Sociedade Cabo-verdiana de Música assina acordo de reciprocidade com CAPASSO privilegiando licenciamento digital

Cidade da Praia, 28 Mai (Inforpress) – A Sociedade Cabo-verdiana de Música (SCM) assinou hoje, em Joanesburgo, África do Sul, mais um acordo de reciprocidade com a entidade de gestão colectiva de direitos de autores, compositores e publishers Coposers Authors and Publishers Association (CAPASSO).

De acordo com um comunicado da SCM, na sequência de uma formação em Joanesburgo ministrada pela SAMRO, entidade de gestão colectiva dos direitos do autor líder do ‘ranking’ das cobranças do Comité Africano da CISAC, os membros da SCM foram contemplados com mais uma formação desta feita ministrada pela CAPASSO.

Esta acção, refere a nota, visa o reforço das competências da SCM no que toca ao licenciamento dos direitos mecânicos e aos licenciamentos das plataformas digitais.

A presidente da SCM, Solange Cesarovna, e o técnico do departamento de operações e IT da SCM, Adilson Pereira, aproveitaram a ocasião para concluir as negociações com vista a assinatura do contrato de reciprocidade com a CAPASSO no domínio de licenciamento digital.

“Este acordo privilegia assim o início da defesa das obras musicais dos autores, compositores e músicos cabo-verdianos no mundo digital, iniciando assim a cobrança dos direitos de autor nas plataformas digitais que operam na África do Sul e em todas as regiões cujo licenciamento digital está sendo coberto pela CAPASSO, Sociedade Africana de Direitos de Autor com maior experiência a nível do licenciamento digital”, disse a presidente da SCM.

Segundo Solange Cesarovna, este é mais um passo determinante para a consolidação da missão da SCM, e o início da protecção das obras musicais dos membros e associados nas plataformas digitais.

De referir que este é o segundo acordo que a SCM assina com uma congénere da África do Sul.

No passado dia 24, a SCM rubricou um contrato de reciprocidade com a entidade de gestão colectiva de direitos de autor South African Music Organization (SAMRO), que lhe concede a legitimidade para defender um catálogo de mais de dois milhões de obras musicais administradas por esta entidade de gestão colectiva.

AM/CP
Inforpress/Fim

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