Secretário do Estado para Economia Agrária “satisfeito” com ritmo da campanha agrícola em São Domingos

Cidade da Praia, 06 Set (Inforpress) – O secretário de Estado para a Economia Agrária, Miguel Ângelo da Moura mostrou-se hoje satisfeito com o ritmo da campanha agrícola no município de São Domingos apesar da falta de mão-de-obra para a faina agrícola.

Este governante fez estas considerações em declarações à Inforpress, à margem da visita que efectuou hoje ao município de São Domingos para constatar ‘in loco’ o andamento da campanha agrícola 2021-2022.

“Até ao momento, o balanço da campanha tem sido positivo porque aos focos que surgiram nós demos o combate lá onde era necessário em tempo muito oportuno, basta lembrar que no ano passado, tivemos pragas muito fortes e este ano, devido ao efeito do tratamento que foi feito no ano passado, mas também à prevenção que nós fizemos, temos estado a dar combate lá onde é necessário com muito afinco e o resultado é que, pese embora alguns focos bem localizados, não temos o impacto do ano passado”, declarou.

O governante acrescentou ainda que esta visita serviu também para preparar e elaborar os planos do Ministério da Agricultura a serem implementados consoante as disponibilidades e potencialidades de cada município nos próximos cinco anos.

Quanto à analise do ano agrícola no geral, Miguel da Moura afirmou que ainda é “cedo” para perspectivar se Cabo Verde terá ou não um bom ano agrícola, mas realçou que o sentimento que reina neste momento é de optimismo de que os resultados sejam melhores do que em 2020.

“Falamos com os agricultores, o chão está molhado, os agricultores estão na faina, as plantas estão a crescer, vamos ver o que os reserva os próximos dois meses, havendo chuvas em quantidade e com a distribuição regular acreditamos que podemos ter um bom ano agrícola”, disse.

Apontou, por outro lado, a falta de mão-de-obra como principal constrangimento manifestado pelos agricultores de São Domingos, situação esta que no seu entender, está a afectar nos trabalhos da monda, isto porque, neste momento a faina agrícola tem sido realizado por pessoas idosas.

CM/HF

Inforpress/Fim

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