“Se todos contribuírem com pequenas doações isso vai mudar a qualidade de atendimento nos hospitais” – Júlio Andrade

Cidade da Praia, 19 Set (Infopress) – O presidente do conselho de administração (PCA) do Hospital Agostinho Neto (HAN), Júlio Andrade, disse hoje que se todos contribuírem com “pequenas doações”, estarão ajudando na mudança da qualidade de atendimento nos hospitais.

Aquele responsável fez estas declarações aos jornalistas à margem da entrega de donativos ao HAN pelo embaixador da organização não-governamental de “Ayuda de Contenedores”, Espanha, através da parceria com a Associação Profissional Nôs Saúde.

“Esta ajuda é uma boa iniciativa, uma vez que o hospital, assim como o Serviço Nacional de Saúde, tem muitas necessidades e os recursos são sempre escassos para a saúde”, admitiu.

Conforme avançou, esta não é a primeira vez que a referida associação está a ofertar à instituição que dirige, equipamentos que, segundo ele, são “importantes para o melhor atendimento dos pacientes”.

Contudo, reconheceu que a saúde, bem como as novas tecnologias, medicamentos, reagentes e técnicas são muito caros, e, de acordo com o mesmo, para evoluir é preciso adquirir esses equipamentos, mas, constatou, também, que “não há recursos para todos os aparelhos”.

“Portanto, quaisquer tipos de apoio em questões básicas são importantes, mas não vão resolver todos os problemas da saúde”, asseverou.

Carinhos de roda, camas e mesas cirúrgicos são os equipamentos ofertados que, conforme Júlio Andrade, vão ser distribuídos de acordo com as necessidades dos diferentes serviços.

Por sua vez o presidente da Associação Nôs Saúde, Raimundo Monteiro, indicou que a missão da sua organização é ver os hospitais a funcionarem bem, zelando pela “satisfação dos pacientes”.

Como colaborador do hospital e tendo constatado o seu funcionamento, avançou, resolveram colmatar algumas das suas necessidades, segundo ele, com a ajuda da organização não-governamental de “Ayuda de Contenedores”.

“Os hospitais estão a tornar-se cada vez mais pequenos, a população está a aumentar e quando os utentes frequentam esses espaços, sempre reclamam da necessidade de algo”, afiançou, acrescentando que estão a colaborar com o HAN e a ajudá-lo a vencer os seus desafios.

Nesta perspectiva, Raimundo Monteiro garantiu que, para além desta ajuda, já trabalharam em projectos que visam a “humanização do HAN” e a cidadania nas comunidades.

WM/LC//AA

Inforpress/Fim

Facebook
Twitter
  • Galeria de Fotos