São Vicente: Câmara Municipal beneficia 43 pessoas com aquisição de óculos

Mindelo, 20 Mar (Inforpress) – A Câmara Municipal de São Vicente ajudou 43 munícipes na aquisição de óculos num montante de 1.100 contos, que vão ajudar as pessoas a “viver a vida normalmente”, informou hoje a vereadora do Pelouro Social.

Este projecto que, segundo a vereadora Lídia Lima, está à volta de 1.100 contos, foi totalmente financiado pelo Ministério da Família e da Inclusão Social para responder a uma “necessidade pontual” detectada pelo Pelouro Social da edilidade.

“Isto nos deixa muito satisfeitos, uma vez que ajudamos famílias a ter força para trabalhar e no caso das crianças a estudarem e a viver a vida normalmente”, considerou a vereadora, que teceu estas considerações, na tarde de hoje, à imprensa, durante uma reunião de balanço com os beneficiários.

A selecçãp foi feita, segundo a mesma fonte, através de pedidos de apoio registados nos serviços sociais e que contemplaram 43 pessoas, entre as quais 14 crianças, cinco idosos e 24 adultos, na sua maioria mulheres chefes de família.

“O valor do financiamento é significativo, tendo em conta a realidade financeira do país, mas se for visto em termos de necessidade que as pessoas têm, confesso que gostaríamos de fazer muito mais”, disse Lídia Lima, adiantando que se vai continuar com este tipo de projectos, uma vez que “ajudam as pessoas a desenvolverem as suas vidas e a ter sucesso nas suas profissões”.

O projecto de aquisição de lentes, ajuntou, está inserido num projecto maior denominado “Mais saúde e mais educação”, em que cerca de 100 famílias já foram beneficiadas com análises clínicas, ecografias, tomografia axial computorizada (TAC) e outros apoios na área da saúde, que contaram com “grande ajuda” das clínicas privadas da ilha.

Nesta mesma senda, segundo a mesma fonte, também já foram construídas 11 casas de banho para agregados familiares com pessoas com deficiência física e ainda idosos.

“Vamos fazendo um esforço para ajudar as pessoas as suprimir as suas necessidades, não de uma forma assistencialista, mas porque estas têm realmente esta necessidade”, concretizou a vereadora, que baseia os seus argumentos no facto de muitas destas famílias dependerem só de um salário mínimo e, por outro lado, a situação do desemprego na ilha.

LN/CP

Inforpress/Fim

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