Ministra Eunice Silva diz que se vai analisar se vale a pena manter a actual Direcção Geral das Infra-estruturas

Cidade da Praia, 08 Abr (Inforpress) – A ministra Eunice Silva disse hoje que o seu ministério vai analisar se valerá a pena manter a Direcção Geral das Infra-estruturas (DGI), depois da criação da empresa pública das Infra-estruturas de Cabo Verde (ICV S.A.).

Segundo a ministra das Infra-estruturas, Ordenamento do Território e Habitação, durante o período de instalação da ICV, que é de seis meses, vão ser criadas as condições para se libertar a DGI, nomeadamente a parte de execução das empreitadas, enquanto o planeamento continua sob a alçada deste departamento do MIOTH.

“Internamente estamos a analisar se valerá a pena manter a existência da DGI, enquanto departamento do ministério que irá ocupar de planeamento e da política de infra-estruturas, mas, pelos estudos que temos, tudo aponta para que a parte do planeamento pode ser integrado dentro da DGPG (Direcção Geral de Planeamento e Gestão), precisou Eunice Silva.

A ministra das Infra-estruturas fez essas considerações à imprensa à margem do acto de tomada de posse do novo presidente do conselho de administração da Imobiliária, Fundiária e Habitat (IFH), José Miguel Martins, do PCA da nova empresa pública das Infra-estruturas de Cabo Verde, Carlos Correia e Silva.

Instada a reagir às declarações da líder do PAICV, segundo as quais o actual Governo nada tem feito para viabilizar a Barragem de Banca Furada, na ilha de S. Nicolau, a governante afirmou que o projecto da referida obra hidráulica “não foi gerido” pelo seu ministério, pelo que “a questão deve ser colocada ao respectivo sector”.

LC/ZS

Inforpress/Fim

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