Maio: Provedoria de Justiça esclarece a população local como se deve proceder quando os seus direitos estão em causa

Porto Inglês, 07 Jun (Inforpress) – O Provedor de Justiça terminou hoje uma visita de 4 dias a ilha, durante a qual aproveitou a ocasião para socializar com as populações, entidades locais, de como devem proceder para reivindicarem os seus direitos quando sentirem lesados.

Em declarações à Inforpress, o provedor de justiça, António Jorge do Espírito Santo Fonseca, assegurou que, durante a sua estada na ilha, não só teve a possibilidade de explicar aos maienses como se devem proceder junto da Provedoria da Justiça, expondo os seus problemas, mas também ouviu algumas preocupações que lhes afligem e que já vêm de algum tempo.

O Provedor de Justiça explicou ainda que “era algo que já tinha ouvido há algum tempo, mas que pensava estar á resolvido”, por isso o responsável vai voltar a abordar este problema, de modo a ver ser se consegue resolver de vez a questão de maienses estarem a pagar uma taxa pela impressão de um recebido”.

Durante esta acção de esclarecimento, o Provedor de Justiça manteve contactos com a população da vila do Barreiro, onde também disse que decorreu muito “bem”, porque houve uma boa adesão e muita participação das pessoas.

António Espírito Santo manteve também contactos com os alunos da Escola Secundária Horace Silver, onde explicou aos estudantes daquele estabelecimento de ensino da existência da Provedoria da Justiça, assim como dos procedimentos que devem seguir para reivindicarem os seus direitos ou de terceiros, quando sentirem lesados que por parte das entidades empresariais privadas quer estatais.

Por esta razão, António Jorge do Espírito Santo Fonseca disse partir convicto de que hoje os maienses estão melhor informados e mais consciente de que existe uma entidade que os possa defender, caso sentirem lesados, informando que, para além destas informações presenciais, também fez a divulgação de informações por via de outros meios como folhetos”.

Conclui dizendo que, “ao contrário da nossa expectativa que era muito baixa, o conhecimento do Provedor da Justiça saiu mais reforçado do que inicialmente esperado”.

WN/JMV

Inforpress/Fim

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