Fogo: Mais de 60 por cento da população activa de Santa Catarina encontra-se ocupada – INE

São Filipe, 25 Nov (Inforpress) – A taxa de ocupação da população activa no município de Santa Catarina do Fogo, um dos mais pobres de Cabo Verde, é de 60,1 por cento (%), segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), de 2018.

De acordo com os dados estatísticos da população activa com idade superior a 15 anos, a maioria é do sexo masculino, 75,5%, e 44,3% do sexo feminino, sendo que a taxa de desemprego, em 2018, foi de 3,2%, registando um decréscimo de 4,3 pontos percentuais em relação ao ano de 2017, sendo maior nas mulheres, 3,8% do que nos homens que se situa em 2.9%.

A taxa de desemprego jovem (15 a 24 anos) caiu em 2018 para metade em relação a 2017, situando no final do ano passado em 5.5% quando em 2017 situava em 12.9%.

O município de Santa Catarina do Fogo, que celebra hoje o dia do seu município e da sua santa padroeira, conta com uma população residente de 5.265, correspondente a 14.9% da população da ilha do Fogo e um por cento da população de Cabo Verde, com uma tendência decrescente à semelhança da própria ilha, sendo que pouco mais de metade da sua população, 50.9%, é do sexo masculino e 49.1% do sexo feminino, e a média de idade é de 27.5 anos.

Ao todo o município dispunha no final de 2018 um total de 1317 agregados familiares mais 78 agregados que em 2017, sendo que 61.2% dos agregados são representados pelos homens e 38,8% pelas mulheres.

De acordo com os dados estatísticos, 31,9 % da população tem menos de 15 anos, 21,5% tem entre 15 e os 24 anos, 15,9% entre 25 e os 34 anos, 24.4% entre 35 e os 64 anos e 6,3% da sua população tem mais de 65 anos.

Na área da Educação, a taxa de alfabetização da população com idade superior a 15 anos é de 83.2%, menos um ponto dois pontos percentuais que em relação ao ano de 2017, sendo que a taxa de alfabetização é maior nos homens, 90.0% e menor nas mulheres, 76,3%.

Por sua vez a taxa de alfabetização dos jovens (15 a 24 anos) é de 97,1%, menos 1,9% que em 2017, sendo maior nas mulheres 97,5% e ligeiramente inferior nos homens 96.8%.

Apenas 8.2% da sua população nunca frequentou a escola, 3,3% frequentou o pré-escolar, 58,2% o básico, 35,6% o ensino secundário, e 2,6% o ensino médio ou superior, sendo que a média de anos de estudo é de 7.1.

No que se refere às condições de vida os dados do INE referentes ao ano de 2018, apontam que perto de 90 por cento (89,5%) da população tem acesso a electricidade, 74.4% acesso a rede pública de abastecimento de água, 88,1% a casa de banho.

Dois terços da sua população (74,9%) usam contentores para evacuação de lixo, pouco mais de metade (53.4%) usa gás para cozinhar, enquanto 42.9% contínua usar a lenha para cozinhar.

Com relação ao acesso às tecnologias de informação e comunicação, TIC, os dados indicam que 79% tem internet, 58,9% acesso a televisão e 16,9% a televisão por assinatura, 21,9% da população tem telefone fixo, cerca de um quinto (19,2%) utilizando Tablet e 37% tem computadores.

JR/AA

Inforpress/Fim

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