Directora Regional da OMS felicita Cabo Verde pelos avanços registados na saúde

Cidade da Praia, 25 Mar (Inforpress) – A Directora Regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a África, Matshidiso Moeti Rebecca, felicitou hoje o Presidente da República pelas melhorias que Cabo Verde vem registando ao nível da saúde.

Matshidiso Moeti Rebecca encontrou-se na manhã de hoje com Jorge Carlos Fonseca, e, conforme declarações aos jornalistas, além de felicitar Cabo Verde por ter vindo a “melhorar muito” as condições de saúde da população, agradeceu o país por ter aceitado acolher o II Fórum Africano de Saúde da OMS, que acontece entre os dias 26 e 28, na Cidade da Praia.

Aquela responsável frisou ainda que os serviços sanitários em Cabo Verde são “muito elevados” em relação a muitos países africanos.

Matshidiso Moeti Rebecca classificou ainda de “formidável” o “fácil acesso” das pessoas aos serviços de saúde.

Quanto ao II Fórum Africano de Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS), aquela responsável afirmou que o mesmo foi pensado para ser uma plataforma de troca de experiencias entre entidades que lidam com a saúde para que, no final, saiam orientações que ajudarão a melhorar o nível da saúde em África.

Promovido pelo Governo, através do Ministério da Saúde e da Segurança Social, em parceria com o Escritório Regional da OMS para África, o evento visa fornecer uma plataforma em que novas parcerias, iniciativas e programas possam ser forjados, para criar “mudanças significativas” por melhores cuidados de saúde.

Para o ministro da Saúde, Arlindo do Rosário, que falava na última sexta-feira durante a apresentação do certame, Cabo Verde tem “resultados satisfatórios, muito bons no que diz respeito à cobertura universal de saúde”.

“Há um conjunto de objectivos que estão sendo alcançados, nomeadamente a eliminação da transmissão vertical do VIH para 2020, a eliminação da transmissão autóctone do paludismo”, reforçou a mesma fonte.

Na ocasião, realçou que o tema da cobertura universal de saúde estará em análise e que irá envolver várias questões tendo como foco “que ninguém fique para trás”, que haja possibilidade de “realmente melhorar, diminuir as barreiras de acesso aos cuidados de saúde, mas cuidados de saúde com qualidade”, esse é um “aspecto fundamental da cobertura”.

Segundo o governante, as emergências sanitárias serão também um dos temas em debate, sendo que continua a ser uma ameaça à vida das populações dos países e com efeitos nefastos para as economias, lembrando o problema da epidemia do ébola no continente africano.

GSF/AV//AA

Inforpress/Fim

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