Declarações da União dos Sindicatos de São Vicente (USSV) “não correspondem minimamente à verdade” – UNTC-CS

Cidade da Praia, 25 Abr (Inforpress) – As declarações da União dos Sindicatos de São Vicente (USSV) “não correspondem minimamente à verdade”, tendo em conta que são fundamentadas em pressupostos falsos e completamente distorcidos da realidade dos factos.

A afirmação é da secretaria -geral da União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde – Central Sindical (UNTC-CS), Joaquina de Almeida, em conferência de imprensa, na Cidade da Praia, para esclarecer sobre a suspensão de quatro sindicados com quota em atraso, decisão saída da reunião da Comissão Permanente do dia 21 de Março.

A União dos Sindicatos de São Vicente (USSV) posicionou-se esta terça-feira, em conferência de imprensa, em São Vicente, contra a decisão recente da secretária-geral da UNTC-CS, que mandou suspender “vários sindicatos” filiados com quotas em atraso, pelo que pediu uma “clarificação urgente” da situação.

Joaquina de Almeida esclareceu que essa decisão “não foi da secretária-geral”, mas sim da Comissão Permanente, facto que, segundo ela, ela demonstra que não houve nenhuma usurpação dos poderes.

“A Comissão Permanente é um órgão colegial, composta por gente idónea e responsável, é que se encarrega da gestão corrente da central, assim está devidamente mandatada pelo Secretariado Nacional”, justificou.

A sindicalista informou que SICOTUTUR, STIF, SISCAP e STAPS são os sindicatos, que, para além de incumprir com os seus deveres estatutários, com a não apresentação de contas, não têm pago as quotas, há quatro anos, que correspondem a 10 por cento das suas receitas arrecadadas.

“Esses sindicatos, mesmo sabendo que a Central vive apenas das quotas, têm vindo a manter uma postura de asfixiar e sufocar a UNTC-CS, fazendo orelhas moucas aos pedidos do Departamento das Finanças para regularizara as quotas que ultrapassam os dois milhões de escudos”, denunciou Joaquina de Almeida.

A responsável sindical disse estranhar a posição da USSV em compactuar com o incumprimento desses sindicatos, apoiando-os numa postura “indevida e abusiva” de não pagar as quotas sindicais, colocando a UNTC-CS em situação de “grande dificuldade”.

OM/JMV

Inforpress/Fim

 

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