Covid-19: Mais de 274.000 mortos em todo o mundo

Paris, 09 Mai (Inforpress) – A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 274.617 mortos no mundo desde que apareceu na China em Dezembro último, segundo um balanço divulgado às 12:20 de hoje pela agência francesa France Presse (AFP).

De acordo com o balanço da AFP, elaborado a partir de fontes oficiais, mais de 3.946.130 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados em 195 países e territórios desde o início da pandemia.

Entre estes casos, pelo menos 1.293.700 pessoas foram consideradas como curadas.

Os Estados Unidos, que registaram o primeiro óbito associado ao novo coronavírus no início de Fevereiro, mantêm-se como o país com mais vítimas mortais (77.180) e com mais casos de infecção registados (1.283.929 casos).

Pelo menos 198.993 pessoas foram declaradas como curadas no território norte-americano.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afectados são o Reino Unido (31.241 mortos para 211.364 casos de infecção), Itália (30.201 mortos e 217.185 casos), Espanha (26.478 mortos e 223.578 casos) e França (26.230 mortos e 176.079 casos).

Em Portugal, morreram 1.126 pessoas das 27.406 confirmadas como infectadas, e há 2.499 casos recuperados, de acordo com a Direcção-Geral da Saúde.

Na China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde o novo coronavírus foi detectado pela primeira vez em Dezembro último, estão oficialmente contabilizados 82.887 casos (com o registo de um novo caso entre sexta-feira e hoje), incluindo 4.633 vítimas mortais e 78.046 pessoas recuperadas.

Por regiões do mundo, a Europa somava hoje ao fim da manhã 154.144 mortes em 1.696.696 casos, Estados Unidos e Canadá 81.858 mortes (1.350.363 casos), América Latina e Caribe 18.651 mortes (339.771 casos), Ásia 10.238 mortes (279.180 casos), Médio Oriente 7.471 mortes (214.173 casos), África 2.130 mortes (57.689 casos) e Oceânia com 125 mortes (8.261 casos).

Este balanço é realizado com base em dados recolhidos a nível internacional junto das autoridades nacionais competentes e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Inforpress/Lusa/Fim

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