CMP pede financiamento do Governo para reduzir falta de casas de banho e tecto nas residências

Cidade da Praia, 04 Nov (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal da Praia, Francisco Carvalho, garantiu hoje que a autarquia está a trabalhar para reduzir o défice de casas de banho e tecto, mas pede financiamento do Governo para solucionar o problema.

Francisco Carvalho em declaração aos jornalista à margem de uma conversa aberta com os militantes, simpatizantes do partido e moradores do bairro do Palmarejo, na Cidade da Praia, considerou que por tratar-se de um problema de cariz nacional, o Governo deveria disponibilizar uma verba às câmaras municipais para resolver o flagelo.

«Vamos ter vários projectos no bairro do Palmarejo, vamos construir a Casa da Juventude na parte sul da cidade com aposta numa questão central que é de tectos e casas de banho, um flagelo no nosso município» afirmou, avançando que a edilidade atravessa uma “excelente” fase com a aprovação das deliberações e iniciativas.

«Estamos a fazer neste momento um levantamento estatístico para podermos apresentar números concretos do que já fizemos em termos globais porque são vários os projectos como a construção de casas de banho, Praia mais Inclusiva, mas temos outros projectos a atacar o problema», acrescentou.

Sobre o encontro, explicou que qualquer partido político deve estar sempre disponível para prestação de contas, manifestando-se satisfeito com o resultado revelado pelos projectos implementados em vários bairros.

«O balanço é chamar a atenção em relação às grandes intervenções que temos feito, grande aposta nas pessoas, colocando as pessoas no centro das preocupações municipais, colocando a tônica na questão da transferência, uma câmara promotora da igualdade de oportunidade, a questão também da redistribuição dos recursos», esclareceu, adiantando que a câmara pretende desenvolver novos projectos de alcance a todas as classes sociais.

«O Governo deveria ter um recurso para disponibilizar às câmaras municipais porque a falta de casas de banho e tecto é um problema de proximidade» defendeu.

LT/ZS

Inforpress/Fim

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