Brava: Presidente substituto da câmara defende medida de contingência e alerta adotado pelo Governo (c/áudio)

Nova Sintra, 24 Nov (Inforpress) – O presidente substituto da Câmara Municipal da Brava considerou hoje que a medida de contingência e o alerta adotado pelo Governo, já era de se esperar, tendo em conta que o tremor de terra tem acontecido com frequência.

Em declarações à comunicação social, Mário Soares disse que esta medida está dentro do quadro actual que é a actividade sísmica na Brava e explicou ainda que a contingência é um conjunto de medidas a serem adotadas num eventual caso de agravamento da situação.

“Esperamos que não venha acontecer um agravamento e felizmente nesses últimos dias temos estado mais calmos, sem tremores de terra ou talvez com pouca intensidade que não dá para notar”, frisou.

Segundo informou a mesma fonte, desde o final de semana se encontra no concelho o delegado da Protecção Civil da região Fogo e Brava que, juntamente com os serviços municipais, tem estado a fazer o levantamento de zonas de riscos e a tranquilizar a população, passando informações “credíveis”.

“Infelizmente ainda existe algum ‘fake news’ que tem estado a circular nas redes sociais, mas convém que transmitamos uma informação credível para que as pessoas possam estar munidas de informações e orientações do que pode ser feito”, salientou.

Este responsável fez saber ainda que na semana passada houve um encontro com a comissão de protecção civil municipal que engloba Guarda Costeira, Polícia Nacional, Delegacia de Saúde, sector da educação e entre outras instituições a nível da ilha, onde o mesmo garantiu que já foi traçado um plano de intervenção que está a ser concluído.

“O plano de intervenção já se encontra em 99 por cento (%), no entanto, falta apenas a compilação dos dados para ser feita a sua apresentação oficial, todavia esta estratégia vai em estreito alinhamento com o plano chapéu do Governo”, afirmou.

Nesta situação, o mesmo garantiu que a Protecção Civil tem estado a fazer sensibilizações nas escolas e também visitas às infra-estruturas educativas, com o intuito de averiguar todas as eventuais necessidades de intervenções ou medidas correctivas face a esta situação.

O Governo declarou, no dia 22 de Novembro, situação de contingência e alerta para a ilha Brava por um período de quatro meses prorrogáveis.

DM/ZS

Inforpress/Fim

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