AVC: Coordenadora defende necessidade de combater os factores de risco e informar a população para os sinais de alerta

Cidade da Praia, 27 Out (Inforpress) – A coordenadora da Unidade de Neurologia do Hospital Agostinho Neto, Albertina Lima, defendeu hoje a necessidade de combater os factores de risco do AVC e informar a população para os 3 F, que são os sinais de alerta.

Estas afirmações foram feitas durante a abertura do Workshop sobre actualização em AVC, alusivo ao Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC), assinalado a 29 de Outubro.

Sob o lema “Juntos somos maiores que o AVC”, o evento teve por objectivo alertar os profissionais da saúde para a prevenção, factores de risco e seus tratamentos.

Afirmou que o lema escolhido chama atenção para a necessária união de forças, não só ao doente, mas extensiva à população, aos familiares e aos profissionais, visando combater a doença que é um “grande desafio mundial”, e que nos últimos cinco anos tem revelado a maior causa de morte em Cabo Verde.

“Nós temos uma média de 300 óbitos por ano pelo AVC. No serviço de urgência diariamente temos um a dois casos de AVC, então é preciso pensar AVC, é preciso lutar e combater os factores de risco e alertar a população para os 3 F que são os sinais de alerta”, avançou.

Ou seja, o desvio da face, a falta de força num braço, e a dificuldade na fala.

Neste sentido, considerou que é extremamente importante assinalar a data para, além de alertar a população sobre os factores de risco, também alertar os profissionais de saúde, chamando atenção para o tratamento, e principalmente, para essa “emergência” que é o AVC.

Segundo informou Albertina Lima, durante o evento vão ser abordados 13 temas, com foco na prevenção, mas também em tratamento, nomeadamente a via verde do AVC, sendo que o debate será aproveitado para juntos procurar soluções para enfrentar a doença.

ET/AA

Inforpress/Fim

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