ADAD participa no congresso mundial de conservação da natureza em Marselha

Cidade da Praia, 03 Ago (Inforpress) – O presidente da Associação para a Defesa do Ambiente e Desenvolvimento (ADAD), Januário Nascimento, participa de 3 a 11, em Marselha, França, no Congresso Mundial de Conservação da Natureza para discutir os novos caminhos da preservação do ambiente.

Em declarações à Inforpress, a bióloga Carla Gonçalves explicou que o congresso vai dar várias directrizes sobre a conservação da natureza nas próximas décadas e, durante esse período, terão lugar várias discussões em relação a temas como a água, as mudanças climáticas, a biodiversidade, direito e governança, entre outros.

Segundo a membro da ADAD, é importante a participação de Cabo Verde, na medida em que, por ser um pequeno País insular, tem sido afectado pelas mudanças climáticas, como a seca e a chuva, alterando o ecossistema nacional.

“É nesta linha que temos de pensar sobre o que fazer para podermos conservar a nossa natureza”, indicou.

Por outro lado, indicou que a ADAD tem promovido várias acções de sensibilização para que as pessoas possam entender a importância da conservação da natureza, destacando o trabalho com as escolas neste sentido.

“Nós fazemos a sensibilização também com o Governo, nas comunidades e com o sector privado, pois a responsabilidade é de todos que fazemos parte deste ecossistema”, afiançou, reiterando que se cada um fizer sua parte teremos um ambiente saudável.

O congresso é organizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), reunindo mais de 1.400 organizações governamentais, sociedade civil e povos indígenas, incluindo os principais especialistas internacionais em ciência.

O Congresso da IUCN definirá a agenda global de conservação da natureza num momento em que a ligação entre biodiversidade e bem-estar humano é cada vez mais evidente pela pandemia covid-19 e pelas alterações climáticas.

Cabo Verde levará as preocupações ambientais dos pequenos estados insulares, como as mudanças climáticas, desertificação, água, oceanos, biodiversidade e troca da dívida pública por capital natural e climático.

HR/HF

Inforpress/Fim

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